Buenos Aires (2ª parte)

Que bom foi ter podido rever Buenos Aires! Nesta segunda visita à cidade, em janeiro de 2010, procurei ir a lugares que eu acabei não vendo na primeira. Mas dei-me o direito de repetir alguns. Afinal, como não andar, por exemplo, pelas avenidas Corrientes e 9 de Julio, mesmo que você já tenha feito isso inúmeras vezes? Essas avenidas são apenas duas das inúmeras atrações da capital portenha. No post Buenos Aires (1ª parte), falo daquelas que são as principais através de um roteiro que segui. Então, este post vem a ser só um complemento de meu “guia” de viagem a Buenos Aires.


Entrada do Hotel Milán, onde ficamos hospedados. Optamos por uma hospedagem mais barata porque passaríamos só duas noites na capital portenha. O hotel é simples, seus quartos são bem pequenos, mas para passar poucas noites e para economizar, o hotel está na medida. Pagamos um pouquinho mais e reservamos o quarto superior. Para ver nossas fotos do Hotel Milán, clique aqui.




Rua do Hotel Milán, a calle Montevideo, cheia de comércio também. Aqui, há vários restaurantes que servem a tradicional parrilla. A partir do hotel, andando um pouquinho, você já está na Av. Corrientes.


 
A Av. Corrientes, a que nunca dorme, e o Obelisco ao fundo, na Av. 9 de Julio. O Obelisco é um dos símbolos mais emblemáticos de Buenos Aires.



A maioria dos teatros se concentra aqui, na Av. Corrientes. E são muitos, oferecendo as mais variadas apresentações. Há também muitas salas de cinema nessa avenida.



A busy Av. 9 de Julio. Se não for a mais larga avenida do mundo, com certeza, é uma delas.



A árvore de Natal que a Av. 9 de Julio ganhou em 2009 ainda podia ser apreciada nas primeiras semanas de 2010.



De estilo gótico, o imponente Palacio Barolo chama a atenção de quem passa na Av. de Mayo. Ele ocupa o número 1370 da avenida.



Estação de metrô (subte). Descobri que, assim como no Rio, há uma estação em Buenos Aires chamada Saenz Peña.



Encontramos um lindo presépio no caminho para a Plaza del Congreso.



Na Plaza del Congreso, a famosa escultura O Pensador, de Rodin. Ao fundo, o Palacio del Congreso Nacional.



Como o calor não dá trégua no verão portenho, um helado (sorvete) é sempre uma ótima razão para incluirmos uma sorveteria famosa no roteiro. A Un’Altra Volta é uma delas. Fomos à sorveteria da Calle Callao, esquina com Pacheco de Melo.



Os argentinos dão muito valor à arte e repletam as salas de teatro nos finais de semana. Na Av. Corrientes, as filas para os teatros são longas. (Amplie a foto para ver a fila.)



O renomado Teatro Colón ainda estava fechado para reforma.



A tradicional e movimentada cafeteria La Biela, na Av. Quintana (Recoleta), pertinho da Iglesia de Nuestra Señora del Pilar. Que gostoso é comer aqui, ao ar livre, vendo a vida passar.



Uma outra sorveteria muito frequentada na cidade é a Freddo. Esta fica em frente ao La Biela. (Alguns guias de turismo desatualizados dizem que ali, no lugar da Freddo, está situada a cafeteria Café de la Paix.) Esta foto mostra também como são os táxis de Buenos Aires.



Muitas mesas e cadeiras do café La Biela se espalham pela calçada.



O El Sanjuanino vende as “melhores empanadas da cidade”. Este é o da calle Posadas 1515.



Contrariando a opinião do povo e para a nossa surpresa, não achamos as empanadas de lá essas coisas, não. Para falar a verdade, comemos outras mais gostosas em lugares menos conhecidos.



Esta é a Plazoleta San Martin de Tours, em Recoleta. Passamos por ela enquanto caminhávamos em direção à Basílica de Nuestra Señora del Pilar.



Em uma das salas de exposição do Centro Cultural Recoleta, ao lado da Basílica de Nuestra Señora del Pilar.



O Centro Cultural Recoleta, à direita (casa rosa).



Na praça que fica em frente à Basílica de Nuestra Señora del Pilar.



Essa praça é um lugar muito gostoso para descansar e bater um papo.



O Shopping Patio Bullrich é tido como o mais sofisticado de Buenos Aires. O shopping é bacana, tem lojas de griffe, mas, para mim, o melhor shopping center da cidade é o Abasto.



O Hotel Íbis e o Novotel ocupando os números 1344 e 1334 da Av. Corrientes, pertinho do Obelisco. Os hotéis tinham sido inaugurados há pouco tempo. A fachada do Novotel é linda!



O imponente Teatro Nacional Cervantes, na Av. Córdoba 1155.



Na cidade portenha, essa cena é comum. Passeadores de cães desfilando com vários cães pelas ruas.



No Parque Lezama, em San Telmo, você verá vários monumentos, entre eles, o que é dedicado a Don Pedro de Mendoza, o fundador de Buenos Aires.



O colorido anfiteatro de San Telmo.


Ao fundo, a Igreja Ortodoxa Russa, que, com suas cúpulas azuis, logo chamará sua atenção. Fica em frente ao anfiteatro.



Este interessante anfiteatro fica ao lado do Parque Lezama.



O Parque Lezama é bem grande, e algumas áreas, como esta aqui, são bem bonitas. Ouvi dizer que neste parque há feira de artesanato aos sábados, domingos e feriados.



O Monumento a la Cordialidad Argentino-uruguaya, no Parque Lezama. Além de monumentos, o parque abriga também o Museu Histórico Nacional.



O El Hipopótamo é um dos mais tradicionais cafés em Buenos Aires. Este aqui fica em frente ao Parque Lezama, esquina com a calle Defensa.



Ainda em nossas andanças pelo bairro de San Telmo, passamos pela Plaza Dorrego, que, para quem ainda não a conhece, deve ser visitada preferencialmente aos domingos, quando abriga uma interessante feira de antiguidades. A Plaza Dorrego é a segunda praça mais antiga da cidade, vindo depois da Plaza de Mayo. A praça é cercada de lojas de antiguidades e casas de tango.



Idealmente, deveríamos ter reservado uma noite para assistirmos a um espetáculo nesta tradicionalíssima casa de tango, a mais antiga da cidade, o El Viejo Almacén. Mas nos contentamos em visitá-la rapidamente de dia só para termos uma ideia de como é por dentro e por fora. Fica em San Telmo, na calle Balcarce 799, esquina com Independencia.



Em San Telmo, na Pasaje San Lorenzo 380, encontra-se a Casa Mínima. A estreita casa, que tem somente 2,60 metros de largura, pertenceu a um ex-escravo. Ele a ganhou de presente de seu ex-dono junto com a carta de alforria. A casa estava fechada para visitação.



A histórica Pasaje San Lorenzo.



Muitos consideram a Persicco a melhor sorveteria de Buenos Aires. Fomos conferir a Persicco da calle Salguero 2591, esquina com a Cabello.


A Torre de los Ingleses, em frente à Plaza San Martín. A praça é visita obrigatória.


Alguns lugares ainda ficaram de fora do roteiro nesta segunda visita a Buenos Aires por falta de tempo. Ficamos só dois dias e meio na cidade, que serviu como base para nossa viagem a El Calafate. Eu queria muito ter ido ao MALBA e à livraria El Ateneo, por exemplo. Vão ficar para a próxima. Quem sabe quando eu for para Ushuaia? Por falar em próxima, qual será a sua próxima viagem? Se você mora em um país vizinho, está na dúvida e ainda não conhece Buenos Aires, está aí uma ótima sugestão. Não há como você não gostar de lá porque não faltam opções para o seu lazer. Pode até ir ao Uruguai, à cidade de Colonia del Sacramento, num bate-volta. Melhor do que isso, só voltando à capital argentina, pelo menos, duas vezes.

4 comentários:

lummyna disse...

Olá Regina, descobri seu blog pesquisando na net sobre alguns lugares para se viajar. Tenho 29 anos (sem filhos) e estou preparando um tipo de roteiro de lugares para se visitar ao redor do mundo!! Pela sua experiência, gostaria de saber como vc programa as suas viagens, onde pesquisa, os pontos turísticos, como se deslocar etc. Por exemplo, estou querendo ir para a Buenos Aires, Fernando de Noronha, Stonehenge, Egito, etc. Qual é o melhor meio de se organizar? Será que três viagens dessas por ano não fica muito cansativo (físico e financeiro rs)? Posso te escrever para pedir dicas em lugares que vc já foi? Também farei um blog contando essas minhas experiências. Espero poder trocar idéias. Beijos e boas viagens. (Meu e-mail: lummyna@gmail.com)

Regina Helena disse...

Olá! Obrigada por sua visita! Eu organizo minhas viagens sempre pesquisando muito e de diversas formas: em blogs, sites de turismo, guias de turismo, etc. E também sempre consulto os amigos que foram para o destino que estou planejando conhecer. Primeiro comece a se organizar dessa forma: colhendo todas as informações turísticas sobre o lugar. Depois priorize os pontos de interesse para distribuir pelos dias que você terá disponíveis no lugar. Por exemplo, se há um museu na cidade muito interessante, mas o tipo de exposição não te atrai muito, deixe o museu para outra oportunidade se você não tiver tempo. Acho que 3 viagens por ano não cansam muito, não. Mas pesam muito no bolso. Viajar é andar sempre com a carteira aberta: refeições, passeios, lembranças, seguro viagem, etc. Planeje bem seu orçamento e sempre leve um pouco a mais para os imprevistos. E, caso ainda não tenha, faça um cartão de fidelidade com uma empresa aéra. A primeira viagem (passagem aérea) que eu fiz a Buenos Aires me saiu de graça por conta disse. Existem muitas maneiras de se acumular milhas. Claro que você pode me escrever quando quiser! E não deixe de me contar sobre suas futuras viagens! Beijo.

Alexandre disse...

Oi, Regina. Encontrei seu blog procurando por El Calafate. Vai ser minha segunda ida, mas fui há quase sete anos e por pacote, então não tinha muitas informações e seus posts estão me ajudando muito. Lembro apenas que amei a cidade, mais que Ushuaia, e como foi emocionante chegar perto do Perito Moreno (chorei e o frio passou instantaneamente). Coincidentemente, também vou ficar no hotel Michelangelo. Hahaha!
Acabei lendo seus posts de Buenos Aires, cidade que amo e de onde acabei de voltar.
A estação Sáenz e Peña e a praça do Rio fazem homenagem aos irmãos que foram presidentes da Argentina. Quando a praça foi urbanizada, no início do século passado, o presidente Roque Sáenz Peña estava no Rio e a inauguração com seu sobrenome serviria de homenagem, mas ele acabou não comparecendo.

Regina Mendes disse...

Alexandre, obrigada pela informação sobre o nome da estação de metrô. Eu não sabia e achei muito interessante. Eu também adoro Buenos Aires, aliás, adoro a Argentina. Desejo que você faça uma ótima viagem a El Calafate! Todos deveriam ver o Perito Moreno pelo menos uma vez na vida, né? É uma visão inesquecível. Valeu! Abraços!